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Standard Bank intermedeia alienação do BCI em Bolsa

O Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE) anunciou, ontem, em comunicado, que celebrou um contrato com o Standard Bank de Angola (SBA) para a prestação de serviços de intermediação financeira no âmbito da privatização do Banco de Comércio e Indústria (BCI), conforme previsto no Programa de Privatizações (PROPRIV).

O contrato foi assinado com o consórcio constituído pelo Standard Bank Angola (SBA), Standard Bank of South Africa Limited e a Vieira de Almeida & Associados – Sociedade de Advogados.
O SBA, instituição integrada no Grupo Standard Bank, foi contratado no âmbito de um concurso limitado por convite que visava a aquisição de serviços de distribuição de valores mobiliários.

“O procedimento adoptado foi o concurso limitado por convite uma vez que o BCI será privatizado por via de leilão em bolsa. Apenas as instituições que o cumprem com os requisitos para operações em mercados regulamentados foram previamente qualificadas e convidadas”, explica o comunicado do IGAPE.
O intermediário financeiro será responsável por apoiar o IGAPE na estruturação, avaliação, divulgação, identificação de investidores e venda das acções do BCI, além de outras tarefas inerentes à preparação da privatização, sendo que os custos do contrato serão financiados com o resultado da venda.
“A privatização do BCI será realizada através de leilão em bolsa e será antecedida de um processo de verificação e avaliação do banco, nos termos da Lei de Bases das Privatizações”, refere o comunicado.

O Standard Bank vai actuar em parceria com a VdA, uma sociedade de advogados com experiência em fusões e aquisições de empresas e no mercado de capitais em Portugal, com vasta experiência em diversos processos de privatização, tanto em Portugal como nas jurisdições africanas onde está presente.
No âmbito do processo de privatização do BCI, os accionistas já solicitaram junto da Bolsa de Dívida e Valores de Angola (BODIVA) a desmaterialização das acções ordinárias e a sua Integração na Central de Valores Mobiliários (CEVAMA).

O processo de desmaterialização enquadra-se no processo de preparação da privatização do BCI.Constituído a 11 de Março de 1991, o BCI é uma instituição financeira bancária sujeita à supervisão e regulação do Banco Nacional de Angola e da Comissão do Mercado de Capitais.
A abertura do processo de privatização da participação do Estado no BCI está enquadrada no Programa de Privatizações (PROPRIV), na componente do sector financeiro, e inclui ainda a alienação de participações do Estado angolano na ENSA – Seguros de Angola, no Banco Angolano de Investimentos (BAI) e no Banco Caixa Geral Angola.

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