NOTA DE IMPRENSA

O Conselho de Ministro da CEEAC reúne-se esta tarde no Centro Internacional de Conferências de Kintele, em Brazzaville, para apresentação do Relatório do Presidente da Comissão da CEEAC, Adopção das Recomendações do Comité Inter-Estatal e trabalhar na preparação da agenda da 20/a Sessão Ordinária da Conferência de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC), a ter lugar na próxima quarta-feira, dia 19, na capital congolesa.

A delegação multisectorial angolana para este evento, é chefiada por Sua Excelência Embaixador Téte António, Ministro das Relações Exteriores, que chegou na noite de ontem (Domingo) à Brazzaville, República do Congo, e integra os Ministros da Defesa Nacional e Veteranos da Pátria, João Ernesto dos Santos *“*Liberdade”, do Interior, Eugénio César Laborinho, o Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas Angolanas (FAA), General do Exército António Egídio de Sousa e Santos *“*Disciplina”, o Comissário-Geral Paulo de Almeida, Comandante Geral da Polícia Nacional, além de altos funcionários dos Ministérios das Relações Exteriores, da Defesa Nacional e Veteranos da Pátria e do Interior.

O Embaixador angolano Gilberto Veríssimo é o Presidente da Comissão da Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC), indicado, por unanimidade, durante a *17ª Cimeira dos Chefes de Estado e de Governo da organização regional, realizado por videoconferência e que contou com a participação de Sua Excelência JOÃO MANUEL GONÇALVES LOURENÇO, Presidente da República de Angola.
A Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC) foi criada em Dezembro de 1981, em Libreville, Gabão, onde está a sede.

A CEEAC tornou-se operacional em 1985 e os seus objectivos passam por promover a cooperação e o desenvolvimento auto-sustentável, com particular ênfase na estabilidade política e económica e melhoria da qualidade de vida.

A política da CEEAC inclui um plano para eliminar impostos das alfândegas entre os Estados-membros e estabelecer uma pauta externa comum, consolidar o livre movimento de bens, serviços e pessoas, melhorar a indústria, o transporte e as comunicações, a união dos bancos comerciais, bem como promover a criação de um fundo de desenvolvimento.